Sergio da Ambulância
Sergio Martins · nasceu em 1955
Sergio da Ambulância se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2012), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 65 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Sergio da Ambulância declarou R$ 496,3 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 381,7 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Sergio da AmbulânciaR$ 496,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Casa de alvenaria localizada na rua paulo remelliR$ 273,9 milCasa
- Imóvel rural 2R$ 153,4 milOutros bens imóveis rural
- Chevrolet corsa classicR$ 65,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Honda cg titan 125 cc ano 1982R$ 3.287Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sergio da Ambulância declarou ao TSE R$ 3,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Anhumas (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Anhumas (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 10,4 por voto. Quem venceu, Gervasio Marrafon, gastou R$ 8,88 por voto. O voto mais caro custou R$ 708; o mais barato, R$ 1,23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Regina Oliveira PVR$ 708 · 1 votosR$ 708
- Maria Celia PVR$ 708 · 7 votosR$ 101
- Leoneide Fernandes PVR$ 2 mil · 42 votosR$ 47,2
- Ze Batata PVR$ 920 · 83 votosR$ 11,1
- Sandro PVR$ 991 · 95 votosR$ 10,4
- Sergio Seixas PVR$ 1,5 mil · 149 votosR$ 9,95
- Gervasio Marrafon PVR$ 1,2 mil · 137 votosR$ 8,88
- Cesinha PVR$ 708 · 90 votosR$ 7,86
- Ilton Noite Negra PTBR$ 113 · 92 votosR$ 1,23
Votos por real
- 2012, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.