Sergio Rodrigues
Sergio Inacio Rodrigues · nasceu em 1965
Sergio Rodrigues se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.
Passou por 2 partidos: PDT (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Prefeito · Pinhalão (PR)PDT 12· centro-esquerda· na urna, Sérgio da Agropecuáriaeleito1.724 votos, 36,8%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sergio Rodrigues declarou R$ 695,3 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 737,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Paraná em 2020.
- Sergio RodriguesR$ 695,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 408,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 487,6 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 11 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Emprestimo para empresa : eliane aparecida rodrigues cR$ 292 milDinheiro em espécie
- Dinheiro em disponibilidade e em bancosR$ 140,8 milDinheiro em espécie
- Aplicacao automatica estilo BBR$ 63,3 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- (Sitio são josé) uma parte ideal de terreno ruralR$ 57,5 milTerra nua
- (Chacara rodrigues) area rural parte idealR$ 50,3 milTerra nua
- Caminhao m. benz/l 608DR$ 33 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta correnteR$ 19,7 milConta corrente no país
- Conta capital junto ao sicrediR$ 15,2 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Um imovel urbanoR$ 12,9 milCasa
- Poupanca ouroR$ 7.872Caderneta de poupança
- Conta capital junto ao sicrediR$ 2.833Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Sergio Rodrigues declarou ao TSE R$ 148 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 81 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Pinhalão (PR) · PSD · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Social Democratico-Parana-EstadualR$ 35,4 mil52,2%
- Próprio bolsoR$ 17,4 mil25,7%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 15 mil22,1%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 15,6 mil23%
- Pessoal9 pessoas, não nomeadasR$ 7.64211,3%
- EscritórioR$ 20< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Pinhalão (PR), 2020
Sergio Rodrigues: R$ 41,3 por voto (mediana da disputa, R$ 41,3). Quem venceu, Dionisio, gastou R$ 27,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 90,4; o mais barato, R$ 27,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sergio Rodrigues. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tavico PROSR$ 65 mil · 718 votosR$ 90,4
- Sergio Rodrigues PSDR$ 68 mil · 1.639 votosR$ 41,3
- Dionisio DEMR$ 57 mil · 2.065 votosR$ 27,6
Votos por real
- 2020, prefeito: 24 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 21 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.