Sergio Coelho
Paulo Sergio Coelho · nasceu em 1960
Sergio Coelho se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PRP (2008), MOBILIZA (2012–2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sergio Coelho declarou R$ 502,8 mil em bens, em reais de hoje: 70 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 171,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 70 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2020.
- Sergio CoelhoR$ 502,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 68,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sergio Coelho declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Piúma (ES) · PSDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 59289,3%
- PessoasR$ 7110,7%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Piúma (ES), 2020
Mediana da disputa: R$ 16,9 por voto. Quem venceu, Jorge Miranda, gastou R$ 3,74 por voto. O voto mais caro custou R$ 354; o mais barato, R$ 3,74.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luciana Maximo PSBR$ 11 mil · 32 votosR$ 354
- Alberto Goes PSBR$ 4,9 mil · 33 votosR$ 148
- Janderson Mota PDTR$ 3,8 mil · 47 votosR$ 81,3
- Tenente Antunes MOBILIZAR$ 1,8 mil · 36 votosR$ 49,1
- Fernanda Taylor SOLIDARIEDADER$ 5,4 mil · 243 votosR$ 22,1
- Max Citty PTBR$ 2,9 mil · 142 votosR$ 20,4
- Doutor Joel PATRIOTAR$ 5 mil · 293 votosR$ 16,9
- Elber Luiz MOBILIZAR$ 3,2 mil · 335 votosR$ 9,66
- Tobias Scherrer SOLIDARIEDADER$ 4,3 mil · 487 votosR$ 8,86
- Pretinho Piuma CIDADANIAR$ 1,5 mil · 181 votosR$ 8,56
- Bernardete Calenzani PATRIOTAR$ 2,1 mil · 343 votosR$ 6,19
- Jorge Miranda DEMOCRATAR$ 1,5 mil · 413 votosR$ 3,74
Votos por real
- 2020, vereador: 85 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 34 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 250 votos por R$ 1.000, 6,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.