Apuração
Vereador · 2020 · PODE

Sergio

Sergio Alencar da Silva · nasceu em 1961

Sergio se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,54← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSB2008DEM2012DEM2016DEM2020PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 3 partidos: PSB (2004), DEM (2008–2016), PODE (2020).

PrefeitoVereadorPartidoPSBDEMPODE’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, superior completo, contador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PODE 19123· direita
    não eleito
  2. 2016
    DEM 25125· direita· na urna, Sergio Alencar
    suplente97 votos
  3. 2012
    DEM 25· direita· na urna, Sergio Alencar
    não eleito647 votos, 22,7%
  4. 2008
    DEM 25125· direita· na urna, Sergio Alencar da Tupi
    eleito99 votos
  5. 2004
    PSB 40001· centro-esquerda· na urna, Sergio Alencar da Silva
    eleito123 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Sergio declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 519,1 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 780.000 na declaração)

Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2020.

  • SergioR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 58,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 208,3 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Sergio declarou ao TSE R$ 165 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 129 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Ipiranga do Norte (MT) · PODE · não eleito

De onde veio

R$ 5.468
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.468.
  1. PessoasR$ 2.97254,3%
  2. Próprio bolsoR$ 1.69831,1%
  3. PartidoR$ 79814,6%

Para onde foi

R$ 3.592
O maior gasto foi com pessoal: 38% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.592.
  1. PessoalR$ 1.37038,1%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 84923,6%
  3. ServiçosR$ 63717,7%
  4. TransporteR$ 50914,2%
  5. Material impressoR$ 2266,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Ipiranga do Norte (MT), 2020

Mediana da disputa: R$ 59 por voto. Quem venceu, Alexandra Cossul, gastou R$ 35,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 439; o mais barato, R$ 35,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 12 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 5 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 6,1 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.