Sergio
Sergio Paulo Zweibrucker · nasceu em 1960
Sergio se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 52 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Sergio declarou R$ 394,4 mil em bens, em reais de hoje: 4,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 446,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- SergioR$ 394,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Sergio declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,4 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Maratá (RS) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Maratá (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 59 por voto. Quem venceu, Lui Stein, gastou R$ 26,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 168; o mais barato, R$ 26,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Mauricio PPR$ 3,9 mil · 23 votosR$ 168
- Hugo Seger PSDBR$ 4,4 mil · 35 votosR$ 127
- Maico PSDBR$ 4,4 mil · 50 votosR$ 87,8
- Loivo Weschenf. PTBR$ 4,7 mil · 59 votosR$ 79,3
- Raul PTBR$ 5,8 mil · 93 votosR$ 62
- Celso Ferreira PDTR$ 3,9 mil · 66 votosR$ 59
- Ivário PTBR$ 4,1 mil · 106 votosR$ 38,7
- Homério PTBR$ 4,5 mil · 120 votosR$ 37,4
- Salete PPR$ 4,2 mil · 117 votosR$ 36,1
- Souza PSDBR$ 3,7 mil · 118 votosR$ 31,4
- Lui Stein PSDBR$ 5,4 mil · 199 votosR$ 26,9
Votos por real
- 2008, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.