Apuração
Vereador · 2016 · CIDADANIA

Sergio Bote Força

Sergio Lucio de Almeida · nasceu em 1956

Sergio Bote Força se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA0,00← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008CIDADANIA2012CIDADANIA2016CIDADANIA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: MDB (2004), CIDADANIA (2008–2016).

PrefeitoVereadorPartidoMDBCIDADANIA2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    CIDADANIA 23023· centro
    suplente
  2. 2012
    CIDADANIA 23· centro
    não eleito23 votos, 2,1%
  3. 2008
    CIDADANIA 23· centro· na urna, Sergio Boteforça
    candidatura não chegou à urna
  4. 2004
    MDB 15611· centro· na urna, Sergio
    eleito68 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Sergio Bote Força declarou R$ 817,2 mil em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 396,2 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 817,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 503.000 na declaração)

Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Sergio Bote ForçaR$ 817,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 817,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Sergio Bote Força declarou ao TSE R$ 4,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 3,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Mathias Lobato (MG) · CIDADANIA · suplente

De onde veio

R$ 470
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 470.
  1. Próprio bolsoR$ 30865,5%
  2. PessoasR$ 8117,2%
  3. Outros candidatosR$ 8117,2%

Para onde foi

R$ 470
O maior gasto foi com material impresso: 66% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 470.
  1. Material impressoR$ 30865,5%
  2. ServiçosR$ 16234,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Mathias Lobato (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 75,8 por voto. Quem venceu, Carlim Do Lete, gastou R$ 35,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 178; o mais barato, R$ 35,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Jair Borracheiro SOLIDARIEDADER$ 3,6 mil · 20 votosR$ 178
  • Kissila Santana DEMR$ 15 mil · 85 votosR$ 176
  • Ze Cota SOLIDARIEDADER$ 5,4 mil · 46 votosR$ 117
  • Fabricio Do Juvelino SOLIDARIEDADER$ 5,5 mil · 50 votosR$ 110
  • Jarbas PLR$ 3,8 mil · 39 votosR$ 97,1
  • Vagnei Do Bambu PTBR$ 3,1 mil · 35 votosR$ 88,9
  • Mutim DEMR$ 2,7 mil · 36 votosR$ 75,8
  • Julia Cardoso PHSR$ 3,2 mil · 46 votosR$ 68,6
  • Janinha Do Ze Da Agua PSDBR$ 2,8 mil · 58 votosR$ 49
  • Ezim Do Juca SOLIDARIEDADER$ 4,7 mil · 102 votosR$ 45,7
  • Ieie DEMR$ 4,4 mil · 100 votosR$ 44,2
  • Carlim Do Lete SOLIDARIEDADER$ 8,1 mil · 227 votosR$ 35,6

Votos por real

  • 2016, vereador: 6 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 5,6 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.