Sergio Silva
Antonio Sergio da Silva · nasceu em 1960
Sergio Silva se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 48 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · TocantinsPTB 14147· centro-direita· na urna, Sergiosuplente746 votos; 119º mais votado de 311 no estado
- 2004
- 2002Deputado estadual · TocantinsPTB 14147· centro-direita· na urna, Sérgiosuplente2.318 votos; 58º mais votado de 264 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Sergio Silva teve 746 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 119º lugar entre 311 candidatos.
Recebeu votos em 45 cidades. Palmas deu 56,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,0%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Sergio Silva declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 1,2 mi acima da inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2008.
- Sergio SilvaR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 113,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Sergio Silva declarou ao TSE R$ 139 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 76 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Palmas (TO) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- OutrosR$ 27,4 mil71,9%
- TransporteR$ 10,6 mil27,9%
- EscritórioR$ 800,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Palmas (TO), 2008
Mediana da disputa: R$ 162 por voto. Quem venceu, Wanderlei Barbosa, gastou R$ 109 por voto. O voto mais caro custou R$ 668; o mais barato, R$ 109.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adilson Andrade PTR$ 291 mil · 436 votosR$ 668
- Carlinho Do Som PLR$ 263 mil · 1.005 votosR$ 262
- Pastor Amarildo PSCR$ 387 mil · 1.564 votosR$ 247
- Milton Neris PTR$ 568 mil · 2.596 votosR$ 219
- Damaso PDTR$ 474 mil · 2.504 votosR$ 189
- Cavalcante PPR$ 274 mil · 1.470 votosR$ 186
- Cirlene MDBR$ 399 mil · 2.464 votosR$ 162
- Fernando Rezende DEMR$ 492 mil · 3.668 votosR$ 134
- Vereador Gordo PTR$ 282 mil · 2.221 votosR$ 127
- Ivory De Lira PTR$ 287 mil · 2.301 votosR$ 125
- Rilton PTR$ 234 mil · 2.110 votosR$ 111
- Wanderlei Barbosa PSBR$ 277 mil · 2.547 votosR$ 109
Votos por real
- 2008, vereador: 8,6 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 31 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.