Serginho Neumann
Sergio Pacheco Neumann · nasceu em 1969
Serginho Neumann se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 4.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2020.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 55 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. A cor declarada mudou: preta em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Serginho Neumann declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 637,6 mil acima da inflação.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- Serginho NeumannR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- 18 Hectares de lavouraR$ 773,3 milTerra nua
- Casa de alvenariaR$ 220,9 milCasa
- Galpões comerciais em alvenariaR$ 165,7 milGalpão
- Infraestrutura de lavoura e agropecuáriaR$ 110,5 milBenfeitorias
- CamioneteR$ 77,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- MotoR$ 4.419Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Serginho Neumann declarou ao TSE R$ 60 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 39 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Cerro Grande do Sul (RS) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.96980,7%
- PessoasR$ 47019,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.01741,7%
- TransporteR$ 76631,4%
- ServiçosR$ 65626,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Cerro Grande do Sul (RS), 2024
Mediana da disputa: R$ 56,9 por voto. Quem venceu, Karen Eymael Pacheco, gastou R$ 22,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.293; o mais barato, R$ 22,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carla Renata Vieira PSDR$ 12 mil · 9 votosR$ 1.293
- Odete Fonseca PSDR$ 14 mil · 20 votosR$ 711
- Carlene Zenker PSDR$ 14 mil · 79 votosR$ 180
- Zilda Schwalm UNIÃOR$ 5,7 mil · 38 votosR$ 150
- Valnur Curtinaz Ruszkowski PPR$ 6,6 mil · 74 votosR$ 89,7
- Zenaide PPR$ 8,6 mil · 149 votosR$ 57,6
- Nando Do Taxi PSDR$ 5,1 mil · 89 votosR$ 56,9
- Serginho Costa PSDR$ 5,7 mil · 106 votosR$ 53,8
- Breno Garcia PPR$ 5,3 mil · 112 votosR$ 47,4
- Marlene PPR$ 6,6 mil · 230 votosR$ 28,8
- Jaque PTR$ 4,9 mil · 221 votosR$ 22,4
- Karen Eymael Pacheco PLR$ 6 mil · 271 votosR$ 22,2
Votos por real
- 2024, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.