Serginho
Sergio Alexsandro Szymanski Lopes · nasceu em 1979
Serginho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2004), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 37 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Serginho declarou R$ 240,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- SerginhoR$ 240,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa de alvenariaR$ 211,2 milCasa
- Fiat palio fireR$ 21,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto honda bizR$ 4.062Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moeda corrente nacionalR$ 4.062Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Serginho declarou ao TSE R$ 9,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,7 mil, 1,7% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Dom Feliciano (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.12953,3%
- Próprio bolsoR$ 3.48345%
- Fundo partidárioR$ 1341,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 5.47970,7%
- Material impressoR$ 1.86224%
- ServiçosR$ 4055,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Dom Feliciano (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 48,9 por voto. Quem venceu, Ana Claudia Lesnik, gastou R$ 20,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 239; o mais barato, R$ 20,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Everaldo PSBR$ 14 mil · 57 votosR$ 239
- Paulo Job PTR$ 21 mil · 136 votosR$ 154
- Fernando Couto PPR$ 37 mil · 260 votosR$ 144
- Zeno Moita PTR$ 13 mil · 103 votosR$ 130
- Severiano PSBR$ 10 mil · 95 votosR$ 109
- Marcio Rosiak PTR$ 18 mil · 251 votosR$ 73,6
- Aline Rosiak PSBR$ 9,2 mil · 189 votosR$ 48,9
- Ludovico Stasiak PSDBR$ 9,3 mil · 197 votosR$ 47,4
- Osvair PSDBR$ 9,6 mil · 255 votosR$ 37,5
- Cristiano Studzinski PTR$ 9,1 mil · 265 votosR$ 34,4
- Tiago Szortyka PSBR$ 22 mil · 667 votosR$ 33,2
- Ana Claudia Lesnik PSDBR$ 9,4 mil · 459 votosR$ 20,4
Votos por real
- 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.