Serginho
Sergio Antonio Cardoso · nasceu em 1960
Serginho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PDT (2004–2008), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Serginho declarou R$ 32,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 392,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 56% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- SerginhoR$ 32,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Serginho declarou ao TSE R$ 9,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cacequi (RS) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 69398%
- EscritórioR$ 142%
Quanto custou cada voto: vereador, Cacequi (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 8,67 por voto. Quem venceu, Doeli Valente, gastou R$ 5,87 por voto. O voto mais caro custou R$ 58,5; o mais barato, R$ 5,87.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sonia Dos Anjos MDBR$ 9,4 mil · 161 votosR$ 58,5
- Rubem Wanderlan Acosta Cabeça PTBR$ 4,1 mil · 134 votosR$ 30,2
- Rene PPR$ 3,4 mil · 140 votosR$ 24,2
- Amauri Fragoso PPR$ 5 mil · 317 votosR$ 15,7
- Zaguinho PTBR$ 2,1 mil · 168 votosR$ 12,8
- Romeu Fantinel PTBR$ 3 mil · 337 votosR$ 8,87
- Cristiano Betega MDBR$ 1,7 mil · 195 votosR$ 8,67
- Walter Nei PTBR$ 2,2 mil · 261 votosR$ 8,42
- Robertinho MDBR$ 1,8 mil · 217 votosR$ 8,22
- Juca Rossi PPR$ 2,3 mil · 288 votosR$ 7,88
- Alex Wancura PTBR$ 2,8 mil · 367 votosR$ 7,58
- Doeli Valente MDBR$ 1,8 mil · 304 votosR$ 5,87
Votos por real
- 2020, vereador: 139 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 104 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.