Serginho
Sergio Higino da Cruz · nasceu em 1950
Serginho se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PTB (2002–2006), PL (2018), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 70 anos, ensino médio, jornalista e redator, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Rio de JaneiroPL 22800· direita· na urna, Serginho Jornalistasuplente81 votos; 2058º mais votado de 2.242 no estado
- 2006Deputado estadual · Minas GeraisPTB 14800· centro-direitasuplente493 votos; 621º mais votado de 852 no estado
- 2004
- 2002Deputado federal · Minas GeraisPTB 1458· centro-direitasuplente844 votos; 312º mais votado de 415 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Serginho teve 81 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 2058º lugar entre 2.242 candidatos.
Recebeu votos em 8 cidades. Santo Antônio de Pádua deu 53,1% deles.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Serginho declarou R$ 258,9 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2018 e 2020, o total subiu R$ 220,9 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- SerginhoR$ 258,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Serginho declarou ao TSE R$ 9,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 7,5 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pirapetinga (MG) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Pirapetinga (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 6,51 por voto. Quem venceu, Zé Lopes, gastou R$ 4,04 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 3,56.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bella Marques PSLR$ 1,2 mil · 11 votosR$ 109
- Vanderleia Professora PSBR$ 2,1 mil · 48 votosR$ 44,1
- Cleber Da Ambulância PSLR$ 2,9 mil · 192 votosR$ 14,9
- Maritaca REPUBLICANOSR$ 1,5 mil · 129 votosR$ 11,9
- Nonato DEMR$ 1,5 mil · 147 votosR$ 9,94
- Juninho Bangú PSLR$ 2,3 mil · 304 votosR$ 7,67
- Afonso Meireles PSBR$ 1,3 mil · 204 votosR$ 6,51
- Elsinho Da Areia REPUBLICANOSR$ 892 · 148 votosR$ 6,02
- Tinha Da Mariinha DEMR$ 1,5 mil · 282 votosR$ 5,47
- Romeu Do Ferro Velho PSBR$ 1,9 mil · 367 votosR$ 5,11
- Zé Lopes DEMR$ 1,3 mil · 324 votosR$ 4,04
- Israel Soldado PSLR$ 836 · 235 votosR$ 3,56
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 11 votos por R$ 1.000, 12% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 777 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.