Selson Kirch
Selson José Kirch · nasceu em 1961
Selson Kirch se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2024.
Passou por 2 partidos: PDT (2004–2008), PT (2016), PDT (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 63 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Selson Kirch declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 26 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 1,4 mi acima da inflação.
Declarou 26 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- Selson KirchR$ 1,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- empresaR$ 883,8 milOutras participações societárias
- área de terraR$ 331,4 milTerra nua
- área maiorR$ 331,4 milTerreno
- área de terraR$ 143,6 milTerra nua
- área maiorR$ 132,6 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Selson Kirch declarou ao TSE R$ 5,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 1,8 mil, 60% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Mato Leitão (RS) · PDT · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Democratico Trabalhista - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 1.09460,1%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 54730%
- PartidoTudo de Partido Democratico TrabalhistaR$ 1809,9%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Imprymex Comercio Materiais Esportivos LtdaR$ 54750%
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 54750%
Quanto custou cada voto: vereador, Mato Leitão (RS), 2024
Mediana da disputa: R$ 49,7 por voto. Quem venceu, Rony Stöhr, gastou R$ 16,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 820; o mais barato, R$ 16,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lisani Sami PLR$ 3,3 mil · 4 votosR$ 820
- Marcelo Alves PLR$ 8,7 mil · 20 votosR$ 437
- Marli PLR$ 3,3 mil · 23 votosR$ 143
- Tiago Stertz PLR$ 3,3 mil · 24 votosR$ 137
- Sthelinha Bandeira MDBR$ 2,7 mil · 20 votosR$ 137
- Ismael Reiter PLR$ 3,3 mil · 50 votosR$ 65,6
- Marcela Eggers PDTR$ 4,9 mil · 99 votosR$ 49,7
- Anselmo Soares PLR$ 3,3 mil · 157 votosR$ 20,9
- Kiko PSDBR$ 4,4 mil · 233 votosR$ 18,9
- Bick PSDBR$ 3,3 mil · 180 votosR$ 18,2
- Vivi Bittencourt PSDBR$ 3,7 mil · 221 votosR$ 16,9
- Rony Stöhr PSDBR$ 3,3 mil · 199 votosR$ 16,5
Votos por real
- 2024, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 157 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.