Sebastião Ribeiro
Sebastião Ribeiro da Cruz · nasceu em 1959
Sebastião Ribeiro se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSB (2004), MDB (2016), PODE (2022), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 65 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputado estadual · Mato GrossoPODE 19433· direita· na urna, Sebastião Ferrujanão eleito145 votos; 230º mais votado de 275 no estado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Sebastião Ribeiro teve 145 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 230º lugar entre 275 candidatos.
Recebeu votos em 24 cidades. Novo São Joaquim deu 44,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Sebastião Ribeiro declarou R$ 364,5 mil em bens, em reais de hoje: 4,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2016 e 2024, o total caiu R$ 65,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2024.
- Sebastião RibeiroR$ 364,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 75 mil
- Mediana dos eleitosR$ 220,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Sebastião Ribeiro declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 24 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Novo São Joaquim (MT) · MDB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.21242,7%
- PessoasR$ 1.05737,3%
- Outros candidatosR$ 56720%
Para onde foi
- PessoalR$ 77273,1%
- Material impressoR$ 28426,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Novo São Joaquim (MT), 2024
Mediana da disputa: R$ 56,1 por voto. Quem venceu, Julio Bispo, gastou R$ 28,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 28,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Protetora Ana Lucia PODER$ 9,8 mil · 49 votosR$ 201
- Andeburgo Franklin PODER$ 9,8 mil · 76 votosR$ 130
- Tatianne Araújo PODER$ 9,8 mil · 86 votosR$ 114
- Claudeney PODER$ 9,8 mil · 137 votosR$ 71,8
- Adão David PLR$ 11 mil · 167 votosR$ 65,5
- Gislene Do Telao PODER$ 9,8 mil · 162 votosR$ 60,8
- Leandro Silva PLR$ 11 mil · 195 votosR$ 56,1
- Auder Baixinho PODER$ 9,8 mil · 178 votosR$ 55,3
- Triel PODER$ 9,8 mil · 271 votosR$ 36,3
- Rogério Figueira PODER$ 9,8 mil · 279 votosR$ 35,3
- Vilson Farias PLR$ 9,4 mil · 271 votosR$ 34,6
- Julio Bispo PODER$ 9,9 mil · 349 votosR$ 28,3
Votos por real
- 2024, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2022, deputado estadual: 7,1 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 2,4 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.