Sebastião Pai da Rose
Sebastião Octavio Martins · nasceu em 1942
Sebastião Pai da Rose disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Lagoa Dourada (MG)), pelo PSDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 65 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Sebastião Pai da Rose declarou R$ 125,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Sebastião Pai da RoseR$ 125,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Sebastião Pai da Rose declarou ao TSE R$ 452 em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Lagoa Dourada (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 16135,5%
- TransporteR$ 16135,5%
- EscritórioR$ 13129%
Quanto custou cada voto: vereador, Lagoa Dourada (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 13 por voto. Quem venceu, Luiz Do Lau, gastou R$ 7,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 75,8; o mais barato, R$ 6,11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rodrigo Faria MDBR$ 12 mil · 160 votosR$ 75,8
- Marquinho Gervasio PTR$ 2,4 mil · 124 votosR$ 19
- Pancho MDBR$ 3,6 mil · 202 votosR$ 17,8
- Gilmar MDBR$ 3,4 mil · 197 votosR$ 17,1
- Nito Do Ze Lau PSBR$ 1,5 mil · 88 votosR$ 16,6
- Marcio Simeão MDBR$ 4,4 mil · 328 votosR$ 13,5
- Virgílio ( Preguinho ) MDBR$ 2,9 mil · 222 votosR$ 13
- Pauloca MDBR$ 4,4 mil · 416 votosR$ 10,6
- Harley PTR$ 1,3 mil · 123 votosR$ 10,4
- Cizinho PLR$ 2,3 mil · 263 votosR$ 8,58
- Luiz Do Lau MDBR$ 2,2 mil · 295 votosR$ 7,62
- Adãozinho PLR$ 1,1 mil · 184 votosR$ 6,11
Votos por real
- 2008, vereador: 151 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.