Apuração
Prefeito · 2004 · DEM

Sebastião Navarro

Sebastião Navarro Vieira Filho · nasceu em 1937

Sebastião Navarro se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em todas.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002DEM2004DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.

Sempre pelo DEM.

Dep. estadualPrefeitoPartidoDEM20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 67 anos, superior completo, senador, deputado e vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    DEM 25· direita
    eleito37.262 votos, 48,6%
  2. 2002
    Deputado estadual · Minas Gerais
    DEM 25234· direita· na urna, Sebastião Navarro Vieira
    eleito50.073 votos; 44º mais votado de 725 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Sebastião Navarro teve 50.073 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 44º lugar entre 725 candidatos.

Recebeu votos em 342 cidades. Poços de Caldas deu 55,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,0%.

50.073 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 50.073 votos.
  1. Poços de Caldas (MG)27.655 votos55,2%
  2. Botelhos (MG)3.715 votos7,4%
  3. Conceição da Aparecida (MG)1.961 votos3,9%
  4. Cabo Verde (MG)1.785 votos3,6%
  5. Bandeira do Sul (MG)1.633 votos3,3%
  6. Outras 327 cidades5.989 votos12%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Sebastião Navarro declarou ao TSE R$ 1,1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 600 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Prefeito · Poços de Caldas (MG) · DEM · eleito

De onde veio

R$ 521,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 521,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 521,9 mil.
  1. Material impressoR$ 355,7 mil68,2%
  2. PessoalR$ 87,5 mil16,8%
  3. ServiçosR$ 45,6 mil8,7%
  4. EventosR$ 33,1 mil6,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Poços de Caldas (MG), 2004

Sebastião Navarro: R$ 14 por voto (mediana da disputa, R$ 24,1). O voto mais caro custou R$ 36,1; o mais barato, R$ 14.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 71 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 84 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.