Cabelo Duro
Sebastião Passos de Souza · nasceu em 1969
Cabelo Duro se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004), PSB (2008–2012), PSL (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008Vereador · Luis Correia (PI)PSB 40000· centro-esquerda· na urna, Sebastião Cabelo Durosuplente428 votos
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Cabelo Duro declarou R$ 40,6 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 13,7 mil acima da inflação.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- Cabelo DuroR$ 40,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Cabelo Duro declarou ao TSE R$ 51 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 30 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Luis Correia (PI) · PSL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.40862%
- Próprio bolsoR$ 2.51028,8%
- Outros candidatosR$ 8109,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.72442,7%
- Material impressoR$ 2.99634,3%
- ServiçosR$ 1.68419,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3243,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Luis Correia (PI), 2016
Mediana da disputa: R$ 40,6 por voto. Quem venceu, Valdemir, gastou R$ 20,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 224; o mais barato, R$ 20,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dina Silva PSBR$ 29 mil · 131 votosR$ 224
- Petú PTBR$ 22 mil · 174 votosR$ 129
- Mundim Do Coqueiro PODER$ 32 mil · 248 votosR$ 127
- Ribamar Gomes CIDADANIAR$ 20 mil · 299 votosR$ 65,3
- Artrannho O Homem Do Chapeu PVR$ 32 mil · 612 votosR$ 53,1
- Ze Maria Do Coqueiro PSBR$ 29 mil · 702 votosR$ 40,6
- Tiao Do Caranguejo PSBR$ 23 mil · 563 votosR$ 40,5
- Raphael Silva PPLR$ 27 mil · 792 votosR$ 34,6
- Mirialdo Mota PLR$ 22 mil · 674 votosR$ 33
- Pedro Do Leite PTBR$ 23 mil · 1.082 votosR$ 21,4
- Valdemir PTR$ 20 mil · 964 votosR$ 20,7
Votos por real
- 2016, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 127 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.