Apuração
Deputado estadual · 2018 · PSL

Schneider

Ivanor Pedro Schneider · nasceu em 1957

Schneider disputou uma eleição, em 2018, para deputado estadual (Rio Grande do Sul), pelo PSL: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,62← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPSL2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 60 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PSL 17123· direita
    suplente5.062 votos; 224º mais votado de 798 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Schneider teve 5.062 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 224º lugar entre 798 candidatos.

Recebeu votos em 291 cidades. Não-Me-Toque deu 18,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 59,1%.

5.062 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 5.062 votos.
  1. Não-Me-Toque (RS)915 votos18,1%
  2. Seberi (RS)447 votos8,8%
  3. Caxias do Sul (RS)238 votos4,7%
  4. Colorado (RS)238 votos4,7%
  5. Carazinho (RS)234 votos4,6%
  6. Outras 276 cidades2.069 votos40,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Schneider declarou R$ 759,9 mil em bens, em reais de hoje: 6,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 759,9 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 499.285 na declaração)

Declarou 6,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Rio Grande do Sul em 2018.

  • SchneiderR$ 759,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 121,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 948,7 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 759,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 197,9 mil
    Prédio residencial
  2. #Nulo#R$ 169,1 mil
    Outros bens e direitos
  3. #Nulo#R$ 137 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. #Nulo#R$ 129,4 mil
    Terreno
  5. #Nulo#R$ 48,9 mil
    Terreno
  6. #Nulo#R$ 39,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. #Nulo#R$ 38 mil
    Sala ou conjunto

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Schneider declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, em reais de hoje.

2018 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · PSL · suplente

De onde veio

R$ 18,7 mil
0% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,7 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 13,1 mil70,4%
  2. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 3.63419,5%
  3. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Marcelo De Brum Da Costa Deputado FederalR$ 1.90010,2%

Para onde foi

R$ 18,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 3.38118,1%
  2. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 1.5088,1%
  3. EscritórioR$ 3271,8%
  4. TransporteR$ 2901,5%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 17,5 por voto. Quem venceu, Luciana Genro, gastou R$ 6,47 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 6,47.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 271 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.