Schneider
Claudemir Alberto Schneider · nasceu em 1969
Schneider se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2012), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, até o fundamental, industrial, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Schneider declarou R$ 4.383 em bens, em reais de hoje.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 5% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- SchneiderR$ 4.383
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Schneider declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Três Coroas (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.13364%
- PartidoR$ 53930,4%
- Outros candidatosR$ 995,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 97255,1%
- Material impressoR$ 79244,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Três Coroas (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 18,3 por voto. Quem venceu, João Kunz, gastou R$ 8,51 por voto. O voto mais caro custou R$ 45,9; o mais barato, R$ 8,51.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Helio Benetti MDBR$ 6,2 mil · 136 votosR$ 45,9
- Moizes Silva MDBR$ 5,1 mil · 139 votosR$ 36,7
- Antonio Acordi MDBR$ 7,3 mil · 224 votosR$ 32,6
- Vera Galle MDBR$ 6,1 mil · 212 votosR$ 28,9
- Hilário Behling PSBR$ 13 mil · 557 votosR$ 23
- Chico Bala PSDR$ 11 mil · 506 votosR$ 22,5
- Oneide Petry MDBR$ 11 mil · 600 votosR$ 18,3
- Fabiel Sturm Fofo MDBR$ 7 mil · 383 votosR$ 18,2
- Nega MDBR$ 8 mil · 487 votosR$ 16,4
- Irineu Feier MDBR$ 9,1 mil · 743 votosR$ 12,2
- Roque Werner PSDR$ 8,3 mil · 737 votosR$ 11,3
- João Kunz PSDBR$ 6,8 mil · 797 votosR$ 8,51
Votos por real
- 2016, vereador: 130 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 148 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.