Apuração
Deputado estadual · 2022 · NOVO

Sargento Vaguinho

Vagner José de Oliveira · nasceu em 1976

Sargento Vaguinho disputou uma eleição, em 2022, para deputado estadual (Goiás), pelo NOVO: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoNOVO+0,73← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoNOVO2022
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, não eleito.

Declarou ao TSE em 2022: 45 anos, ensino médio, policial militar, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · Goiás
    NOVO 30190· direita
    não eleito1.392 votos; 270º mais votado de 737 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Sargento Vaguinho teve 1.392 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 270º lugar entre 737 candidatos.

Recebeu votos em 67 cidades. Goianésia deu 55,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,2%.

1.392 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 1.392 votos.
  1. Goianésia (GO)768 votos55,2%
  2. Santa Rita do Novo Destino (GO)122 votos8,8%
  3. Barro Alto (GO)91 votos6,5%
  4. Anápolis (GO)71 votos5,1%
  5. Goiânia (GO)51 votos3,7%
  6. Outras 52 cidades136 votos9,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Sargento Vaguinho declarou R$ 107,2 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 107,2 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 89.000 na declaração)

Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Goiás em 2022.

  • Sargento VaguinhoR$ 107,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 61,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 107,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2022, Sargento Vaguinho declarou ao TSE R$ 4,3 mil em receitas, em reais de hoje.

2022 · Deputado estadual · Goiás · NOVO · não eleito

De onde veio

R$ 4.254
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.254.
  1. Próprio bolsoR$ 2.76264,9%
  2. PartidoTudo de Partido NovoR$ 1.49235,1%

Para onde foi

R$ 2.762
O maior gasto foi com material impresso: 87% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.762.
  1. Material impressoTudo de Joao Vitor Gomes Velozo 04443698132R$ 2.40287%
  2. InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 36013%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Goiás, 2022

Mediana da disputa: R$ 29,7 por voto. Quem venceu, Bruno Peixoto, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.421; o mais barato, R$ 14,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 504 votos por R$ 1.000, 17 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.