Sargento Tomé
Adão Tomé · nasceu em 1952
Sargento Tomé se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 6 partidos: PST (2002), PTB (2004), PP (2008), PT (2012), REPUBLICANOS (2020), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 71 anos, ensino médio, militar reformado, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · São PauloPST 18119· centro-direita· na urna, Sargento Tomesuplente2.273 votos; 660º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Sargento Tomé teve 2.273 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 660º lugar entre 1.424 candidatos.
Recebeu votos em 96 cidades. Jaú deu 62,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Sargento Tomé declarou R$ 206,5 mil em bens, em reais de hoje: 9,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 92,7 mil acima da inflação.
Declarou 9,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Sargento ToméR$ 206,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Sargento Tomé declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Jaú (SP) · PL · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 3.28186%
- Outros candidatosR$ 53614%
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Jaú (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 73,8 por voto. Quem venceu, Maurilio Moretti, gastou R$ 19,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 656; o mais barato, R$ 19,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Drika Milanez AVANTER$ 66 mil · 100 votosR$ 656
- Suzana Americo AVANTER$ 71 mil · 208 votosR$ 342
- Pancho PSBR$ 30 mil · 120 votosR$ 248
- Eliete Chacon PVR$ 23 mil · 186 votosR$ 122
- Marcos Ribeiro PLR$ 36 mil · 378 votosR$ 94,4
- Sensei Hercilio AVANTER$ 71 mil · 789 votosR$ 90,1
- Denilson Da Vistoria PTR$ 23 mil · 316 votosR$ 73,8
- Fabio Fraschetti REPUBLICANOSR$ 40 mil · 738 votosR$ 54,4
- Dani Rodrigueiro PDTR$ 39 mil · 895 votosR$ 44
- Tuco Bauab PPR$ 28 mil · 655 votosR$ 43,4
- Joao Pacheco NOVOR$ 37 mil · 1.397 votosR$ 26,4
- Maurilio Moretti PSDR$ 27 mil · 1.416 votosR$ 19,1
Votos por real
- 2012, vereador: 104 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 290 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 134 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.