Apuração
Deputado estadual · 2014 · MOBILIZA

Sargento Sílvio

Sílvio Martins de Sousa · nasceu em 1973

Sargento Sílvio disputou uma eleição, em 2014, para deputado estadual (Goiás), pelo MOBILIZA: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMOBILIZA+0,25← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoMOBILIZA2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 41 anos, superior completo, policial militar, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Goiás
    MOBILIZA 33007· centro-direita
    suplente1.034 votos; 271º mais votado de 717 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Sargento Sílvio teve 1.034 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 271º lugar entre 717 candidatos.

Recebeu votos em 64 cidades. Goiânia deu 43,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,4%.

1.034 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.034 votos.
  1. Goiânia (GO)451 votos43,6%
  2. Pontalina (GO)249 votos24,1%
  3. Aparecida de Goiânia (GO)76 votos7,4%
  4. Vicentinópolis (GO)33 votos3,2%
  5. Anápolis (GO)23 votos2,2%
  6. Outras 49 cidades110 votos10,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Sargento Sílvio declarou R$ 226,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 226,9 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 117.000 na declaração)

Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Goiás em 2014.

  • Sargento SílvioR$ 226,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 129 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 226,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Sargento Sílvio declarou ao TSE R$ 2,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado estadual · Goiás · MOBILIZA · suplente

De onde veio

R$ 2.865
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.865.
  1. Próprio bolsoR$ 1.32946,4%
  2. PartidoTudo de Eleicao 2014 Comite Financeiro Go Unico PmnR$ 96033,5%
  3. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 57620,1%

Para onde foi

R$ 2.846
O maior gasto foi com serviços: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.846. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 772,7%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Goiás, 2014

Mediana da disputa: R$ 91,7 por voto. Quem venceu, Bruno Peixoto, gastou R$ 41,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 591; o mais barato, R$ 41,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 364 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.