Saldanha
João Saldanha da Silva · nasceu em 1971
Saldanha se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PTB (2004–2008), DEM (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, superior completo, advogado, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012Vice-prefeito · Baraúna (RN)DEM 25· direitaNa chapa de Elma Araújochapa não eleita248 votos da chapa, 1,6%
- 2008
- 2006Deputado estadual · Rio Grande do NortePTB 14123· centro-direita· na urna, Sargento Saldanhasuplente1.811 votos; 70º mais votado de 155 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Saldanha teve 1.811 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 70º lugar entre 155 candidatos.
Recebeu votos em 46 cidades. Baraúna deu 69,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Saldanha declarou R$ 862 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 799,9 mil acima da inflação.
Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Norte em 2020.
- SaldanhaR$ 862 mil
- Mediana dos candidatosR$ 215,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 287,3 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa residencial em baraúnaR$ 287,3 milCasa
- Prédio comercial com salasR$ 244,2 milPrédio comercial
- Casa na praia de tibauR$ 215,5 milCasa
- Participação no capital social da empresa sectelR$ 113,2 milOutras participações societárias
- Saldo na conta poupança ouroR$ 1.810Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Saldanha declarou ao TSE R$ 168 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 132 mil, 49% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Baraúna (RN) · DEM · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoTudo de Francisco Evandro Da Silva 01772662445R$ 1.2748,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Baraúna (RN), 2020
Saldanha: R$ 55,9 por voto (mediana da disputa, R$ 49,1). Quem venceu, Divanize Oliveira, gastou R$ 29,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,9; o mais barato, R$ 29,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Saldanha. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Saldanha DEMR$ 16 mil · 281 votosR$ 55,9
- Isoares Martins PPR$ 314 mil · 6.393 votosR$ 49,1
- Divanize Oliveira PSDR$ 296 mil · 9.881 votosR$ 29,9
Votos por real
- 2020, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.