Sargento Ramos
Luiz Antonio Ramos · nasceu em 1960
Sargento Ramos se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 4 partidos: CIDADANIA (2002–2004), PDT (2008), PSB (2012), PSC (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, superior incompleto, policial militar, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · ParanáCIDADANIA 23012· centrosuplente1.373 votos; 248º mais votado de 434 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Sargento Ramos teve 1.373 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 248º lugar entre 434 candidatos.
Recebeu votos em 60 cidades. Matinhos deu 49,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Sargento Ramos declarou R$ 7.311 em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 27,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 17% da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Sargento RamosR$ 7.311
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sargento Ramos declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 26 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Matinhos (PR) · PSC · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.33671,4%
- Próprio bolsoR$ 53428,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.35272,3%
- PessoalR$ 27514,7%
- ServiçosR$ 19410,4%
- EscritórioR$ 492,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Matinhos (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 33,9 por voto. Quem venceu, Jair Pescador, gastou R$ 25,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 322; o mais barato, R$ 24,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Edival PSDBR$ 73 mil · 226 votosR$ 322
- Miltinho Ribeiro PDTR$ 43 mil · 485 votosR$ 88,1
- Mari Libana PSCR$ 15 mil · 171 votosR$ 85,1
- Elias Cabeleireiro PSCR$ 17 mil · 234 votosR$ 71,5
- Jamo PTBR$ 25 mil · 563 votosR$ 44,4
- Lucas Pesco CIDADANIAR$ 12 mil · 273 votosR$ 43,5
- Sandro Do Gás PDTR$ 31 mil · 908 votosR$ 33,9
- Carlinhos PSCR$ 12 mil · 392 votosR$ 31,8
- Renato Polícia PDTR$ 16 mil · 606 votosR$ 26,6
- Marcio Nascimento PSDBR$ 13 mil · 495 votosR$ 26,1
- Jair Pescador PDTR$ 17 mil · 646 votosR$ 25,7
- Claudinho Mix PSDBR$ 13 mil · 529 votosR$ 24,4
Votos por real
- 2016, vereador: 147 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 4,6 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 92 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 25 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.