Sargento Martins
Jose Martins de Oliveira · nasceu em 1952
Sargento Martins se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PAN (2002), DC (2004–2008), PHS (2012), AGIR (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 64 anos, ensino médio, militar reformado, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · ParaíbaPAN 26222· sem classificaçãosuplente967 votos; 111º mais votado de 199 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Sargento Martins teve 967 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 111º lugar entre 199 candidatos.
Recebeu votos em 44 cidades. Campina Grande deu 43,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Sargento Martins declarou R$ 302,2 mil em bens, em reais de hoje: 37 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 145,8 mil acima da inflação.
Declarou 37 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2016.
- Sargento MartinsR$ 302,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 8.123
- Mediana dos eleitosR$ 56,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sargento Martins declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,5 mil, 22% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Campina Grande (PB) · AGIR · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.67562,4%
- Outros candidatosR$ 1.88325,1%
- PessoasR$ 93112,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.67235,7%
- Material impressoR$ 1.99526,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.51420,3%
- ServiçosR$ 1.29517,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Campina Grande (PB), 2016
Mediana da disputa: R$ 21,3 por voto. Quem venceu, Pimentel Filho, gastou R$ 13,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.715; o mais barato, R$ 13,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Jackson PODER$ 326 mil · 190 votosR$ 1.715
- Pâmela Vital Do Rêgo MDBR$ 80 mil · 1.298 votosR$ 61,6
- Lucas Ribeiro PPR$ 172 mil · 2.877 votosR$ 59,7
- Metuselá MDBR$ 77 mil · 1.566 votosR$ 49,4
- Abilio José REPUBLICANOSR$ 53 mil · 1.198 votosR$ 44,1
- Teles Albuquerque PSCR$ 54 mil · 2.259 votosR$ 23,7
- Renan Maracajá DCR$ 106 mil · 4.977 votosR$ 21,3
- Napoleão Maracajá PC do BR$ 67 mil · 3.244 votosR$ 20,8
- Anderson Maia PSBR$ 50 mil · 2.734 votosR$ 18,5
- Nelson PSDBR$ 65 mil · 4.494 votosR$ 14,4
- Ivonete Ludgerio PSDR$ 57 mil · 4.027 votosR$ 14,1
- Pimentel Filho PSDR$ 58 mil · 4.311 votosR$ 13,5
Votos por real
- 2016, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 68 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 225 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 137 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.