Mambrini do Proerd
Marcelo Mambrini · nasceu em 1969
Mambrini do Proerd se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 4 partidos: MOBILIZA (2004–2008), PDT (2012), PROS (2020), PRTB (2022), PDT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 55 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputado estadual · São PauloPRTB 28088· direitanão eleito0 votos; 1636º mais votado de 1.924 no estado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Mambrini do Proerd teve 0 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 1636º lugar entre 1.924 candidatos.
Recebeu votos em 0 cidades..
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Mambrini do Proerd declarou R$ 161,3 mil em bens, em reais de hoje: 7,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 17 mil acima da inflação.
Declarou 7,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Mambrini do ProerdR$ 161,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Mambrini do Proerd declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2022, para deputado estadual: R$ 7 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Franca (SP) · PDT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.18777,5%
- PartidoR$ 63722,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Franca (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 20,7 por voto. Quem venceu, Daniel Bassi, gastou R$ 10,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 106; o mais barato, R$ 10,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Prof Carlos Amorim Coletivo PTR$ 85 mil · 801 votosR$ 106
- Marisol Silverio PTR$ 93 mil · 1.045 votosR$ 88,7
- Carlos Cebola REPUBLICANOSR$ 52 mil · 1.112 votosR$ 46,6
- Gilson Pelizaro PTR$ 94 mil · 2.560 votosR$ 36,8
- Professora Maria Celia PLR$ 51 mil · 1.906 votosR$ 26,8
- Gustavo Arantes PLR$ 50 mil · 2.145 votosR$ 23,4
- Andréa Silva REPUBLICANOSR$ 53 mil · 2.582 votosR$ 20,7
- Fransergio Garcia PLR$ 83 mil · 4.264 votosR$ 19,6
- Carlinho Petrópolis Farmacia PLR$ 55 mil · 2.966 votosR$ 18,4
- Leandro O Patriota PLR$ 42 mil · 2.348 votosR$ 17,8
- Marcelo Tidy MDBR$ 43 mil · 2.947 votosR$ 14,5
- Daniel Bassi PSDR$ 47 mil · 4.334 votosR$ 10,8
Votos por real
- 2024, vereador: 283 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 253 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 972 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 156 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.