Sargento Genyslane
Genyslane da Silva Marques · nasceu em 1977
Sargento Genyslane se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSL (2012), PODE (2014), PRP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 39 anos, superior completo, policial militar, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Sargento Genyslane teve 1.879 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 214º lugar entre 717 candidatos.
Recebeu votos em 66 cidades. São Luís de Montes Belos deu 78,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Sargento Genyslane declarou R$ 267,3 mil em bens, em reais de hoje: 6,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 89,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 6,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- Sargento GenyslaneR$ 267,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Sargento Genyslane declarou ao TSE R$ 54 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 39 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · São Luís de Montes Belos (GO) · PRP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 11,1 mil93,3%
- PessoasR$ 7936,7%
Para onde foi
- PessoalR$ 8.72773,3%
- TransporteR$ 1.40111,8%
- ServiçosR$ 1.21410,2%
- Material impressoR$ 4864,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 810,7%
Quanto custou cada voto: vereador, São Luís de Montes Belos (GO), 2016
Mediana da disputa: R$ 84,6 por voto. Quem venceu, Dulce, gastou R$ 47,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 121; o mais barato, R$ 47,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valdir Da Cdl PLR$ 53 mil · 436 votosR$ 121
- Elieder Barbosa PSDBR$ 40 mil · 365 votosR$ 110
- Antonio Paulo PSDR$ 54 mil · 541 votosR$ 100
- Eber Dias PTR$ 35 mil · 354 votosR$ 99,7
- Professora Valdirene PTR$ 34 mil · 338 votosR$ 99,6
- Diego Tatu PSDBR$ 34 mil · 345 votosR$ 97,2
- Bruno Lampião PPR$ 44 mil · 521 votosR$ 84,6
- Júnior MDBR$ 39 mil · 501 votosR$ 78,6
- Rochinha PSDBR$ 32 mil · 535 votosR$ 59,3
- Regio Do Gas PRPR$ 36 mil · 650 votosR$ 55,2
- Maria José Do Claudio-Zeza PTBR$ 34 mil · 698 votosR$ 48,6
- Dulce PSDBR$ 39 mil · 822 votosR$ 47,1
Votos por real
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 480 votos por R$ 1.000, 14 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 4,8 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.