Sargento Garcez do Proerd
Francisco Paulo Garcez · nasceu em 1965
Sargento Garcez do Proerd se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: SOLIDARIEDADE (2016), PL (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, superior completo, policial militar, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sargento Garcez do Proerd declarou R$ 504,5 mil em bens, em reais de hoje: 29 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 171,5 mil acima da inflação.
Declarou 29 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Sargento Garcez do ProerdR$ 504,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Sargento Garcez do Proerd declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 7,5 mil, 41% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Poá (SP) · PL · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.00553,7%
- Fundo eleitoralR$ 3.03140,6%
- PessoasR$ 4255,7%
Para onde foi
- PessoalR$ 5.66182,8%
- Material impressoR$ 75011%
- TransporteR$ 4256,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Poá (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 28,1 por voto. Quem venceu, Edevaldo Gonçalves, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 448; o mais barato, R$ 14,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kelson Cavalcante PSDBR$ 35 mil · 79 votosR$ 448
- Pedro Rodrigues SOLIDARIEDADER$ 13 mil · 44 votosR$ 304
- Catarina Caseca PLR$ 26 mil · 145 votosR$ 177
- Kula Da Cruma PSDBR$ 14 mil · 240 votosR$ 58,6
- Edinho Do Kemel PODER$ 28 mil · 624 votosR$ 45,4
- Edson Demetrio AVANTER$ 16 mil · 502 votosR$ 31,1
- Professora Margarete PLR$ 17 mil · 605 votosR$ 28,1
- Professor Pezão PLR$ 8,5 mil · 398 votosR$ 21,4
- Clayton Belchior PSOLR$ 14 mil · 661 votosR$ 21,1
- Dr. Saulo Dentista DEMR$ 9,9 mil · 584 votosR$ 16,9
- Edevaldo Gonçalves PRTBR$ 13 mil · 783 votosR$ 16,6
- Deneval Dias PLR$ 9,1 mil · 613 votosR$ 14,8
Votos por real
- 2020, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 285 votos por R$ 1.000, 7,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.