Sargento Araújo
José Luiz de Araújo · nasceu em 1974
Sargento Araújo se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PPL (2012), PSB (2014), SOLIDARIEDADE (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · Minas GeraisPSB 40193· centro-esquerda· na urna, Sargento Araujosuplente2.789 votos; 305º mais votado de 1.055 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Sargento Araújo teve 2.789 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 305º lugar entre 1.055 candidatos.
Recebeu votos em 88 cidades. Uberlândia deu 48,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Sargento Araújo declarou R$ 81,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2014 e 2016, o total subiu R$ 28,9 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Sargento AraújoR$ 81,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sargento Araújo declarou ao TSE R$ 97 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 66 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Uberlândia (MG) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.39999,4%
- EscritórioR$ 160,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Uberlândia (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 50,7 por voto. Quem venceu, Carrijo, gastou R$ 25,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 296; o mais barato, R$ 25,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Livia Flavia MDBR$ 85 mil · 287 votosR$ 296
- Odair Jose AVANTER$ 375 mil · 1.354 votosR$ 277
- Cefas Janones PROSR$ 156 mil · 614 votosR$ 254
- Rodrigo Nicolau AVANTER$ 74 mil · 805 votosR$ 92,5
- Pacheco PLR$ 128 mil · 1.499 votosR$ 85,3
- Antônio Naves PSDBR$ 72 mil · 896 votosR$ 80,5
- Raphael Leles DEMR$ 118 mil · 2.329 votosR$ 50,7
- Antônio Augusto Queijinho CIDADANIAR$ 73 mil · 1.770 votosR$ 41
- Guilherme Do Econômico PPR$ 72 mil · 1.878 votosR$ 38,2
- Ronaldo Tannus PLR$ 106 mil · 2.914 votosR$ 36,5
- Abatenio PPR$ 76 mil · 2.133 votosR$ 35,6
- Carrijo PSDBR$ 116 mil · 4.483 votosR$ 25,8
Votos por real
- 2020, vereador: 139 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 42 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.