Sargento Alberto
Carlos Alberto Rodrigues · nasceu em 1964
Sargento Alberto se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PODE (2004), PV (2008), PODE (2012–2016), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, superior completo, militar reformado, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Sargento Alberto teve 2.316 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 204º lugar entre 717 candidatos.
Recebeu votos em 52 cidades. Anápolis deu 92,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sargento Alberto declarou R$ 51 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2014 e 2020, o total caiu R$ 83,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- Sargento AlbertoR$ 51 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Sargento Alberto declarou ao TSE R$ 61 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 29 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Anápolis (GO) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 5.66180%
- Próprio bolsoR$ 1.41520%
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.05699,7%
- EscritórioR$ 200,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Anápolis (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 41,6 por voto. Quem venceu, Alex Martins, gastou R$ 23,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 127; o mais barato, R$ 23,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Silvana Camargos MDBR$ 41 mil · 325 votosR$ 127
- Frei Valdair De Jesus PVR$ 42 mil · 725 votosR$ 57,4
- Helio Araujo PLR$ 78 mil · 1.504 votosR$ 52
- Dr Antonio Jorge DEMR$ 46 mil · 898 votosR$ 51,5
- Adailton Junior MDBR$ 45 mil · 931 votosR$ 48,5
- Lisieux Jose Borges PTR$ 54 mil · 1.157 votosR$ 46,4
- Teles Junior MOBILIZAR$ 43 mil · 1.040 votosR$ 41,6
- Frederico Godoy SOLIDARIEDADER$ 56 mil · 1.444 votosR$ 38,7
- Andreia Rezende SOLIDARIEDADER$ 98 mil · 2.841 votosR$ 34,3
- Leandro Ribeiro PPR$ 80 mil · 3.266 votosR$ 24,6
- Jean Carlos DEMR$ 46 mil · 1.904 votosR$ 24,2
- Alex Martins PPR$ 40 mil · 1.753 votosR$ 23,1
Votos por real
- 2020, vereador: 93 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 80 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 228 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.