Sargento Agnaldo
Agnaldo Lopes Faria · nasceu em 1967
Sargento Agnaldo disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Cuparaque (MG)), pelo REPUBLICANOS: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, ensino médio, policial militar, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sargento Agnaldo declarou R$ 214 mil em bens, em reais de hoje: 9,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 9,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Sargento AgnaldoR$ 214 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Sargento Agnaldo declarou ao TSE R$ 3,3 mil em receitas, em reais de hoje, 10% de dinheiro público.
2020 · Vereador · Cuparaque (MG) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.89857,7%
- Outros candidatosR$ 1.39442,3%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.30268,6%
- ServiçosR$ 56629,8%
- EscritórioR$ 301,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Cuparaque (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 28,2 por voto. Quem venceu, Zé Carlin, gastou R$ 7,18 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 7,18.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Elias Tomé DEMR$ 2,2 mil · 11 votosR$ 201
- Braz Cattelani PODER$ 2,4 mil · 36 votosR$ 65,8
- Todinho REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 110 votosR$ 38,6
- Lioza Marques REPUBLICANOSR$ 4,9 mil · 133 votosR$ 36,6
- Daniel Da Ambulância REPUBLICANOSR$ 3,6 mil · 127 votosR$ 28,2
- Ruan Da Madalena DEMR$ 4,7 mil · 235 votosR$ 20,1
- Geovania DEMR$ 4,4 mil · 251 votosR$ 17,5
- Vanuza Do Wilson PODER$ 2,9 mil · 224 votosR$ 12,9
- Zé Carlin PODER$ 2,1 mil · 298 votosR$ 7,18
Votos por real
- 2020, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.