Saponga
Milton Martins · nasceu em 1957
Saponga se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PTB (2016), PRTB (2020), PSDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 67 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Saponga declarou R$ 248,5 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 240,4 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- SapongaR$ 248,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Saponga declarou ao TSE R$ 2,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Vera Cruz (SP) · PRTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Vera Cruz (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 36,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 242; o mais barato, R$ 3,90.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Carolino PTR$ 2,9 mil · 12 votosR$ 242
- Felipe Orlando PSDBR$ 8,2 mil · 104 votosR$ 79,2
- Celso Justo PTR$ 2,8 mil · 40 votosR$ 70,8
- Maria De Simoni PTR$ 3,9 mil · 83 votosR$ 47,4
- Solange Polastro PTR$ 2,8 mil · 70 votosR$ 40,4
- Marquinho Do Pt PTR$ 2,8 mil · 77 votosR$ 36,8
- Luiz Gustavo PLR$ 580 · 36 votosR$ 16,1
- Danilo Eduardo DEMR$ 727 · 55 votosR$ 13,2
- Ana Laura PSDBR$ 637 · 54 votosR$ 11,8
- Chú PLR$ 1,3 mil · 130 votosR$ 10,3
- Zé Da Feira PSDR$ 495 · 127 votosR$ 3,90
Votos por real
- 2020, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.