Santinho
José Antônio dos Santos Borges · nasceu em 1965
Santinho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2008), PSD (2012), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, até o fundamental, fiscal de transporte coletivo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Santinho declarou R$ 109,6 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- SantinhoR$ 109,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Santinho declarou ao TSE R$ 5,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 3,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Caxias do Sul (RS) · DEM · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Caxias do Sul (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 17,4 por voto. Quem venceu, Mauricio Marcon, gastou R$ 6,20 por voto. O voto mais caro custou R$ 553; o mais barato, R$ 6,20.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cyro Garcez PSDBR$ 32 mil · 57 votosR$ 553
- Vitor Hugo PDTR$ 46 mil · 812 votosR$ 56,4
- Cecília Pozza PDTR$ 28 mil · 507 votosR$ 55,8
- Roberto Pereira NOVOR$ 48 mil · 939 votosR$ 51,6
- Scalco NOVOR$ 50 mil · 1.736 votosR$ 28,7
- Daiane Mello MDBR$ 44 mil · 2.445 votosR$ 17,9
- Rose Frigeri PTR$ 27 mil · 1.554 votosR$ 17,4
- Denise Pessôa PTR$ 65 mil · 5.117 votosR$ 12,6
- Estela Balardin PTR$ 28 mil · 2.391 votosR$ 11,7
- Velocino Uez PTBR$ 31 mil · 3.753 votosR$ 8,23
- Gladis Frizzo MDBR$ 25 mil · 3.092 votosR$ 8,01
- Mauricio Marcon NOVOR$ 35 mil · 5.618 votosR$ 6,20
Votos por real
- 2012, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 184 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.