Sandro Parrini
Sandro de Menezes Parrini · nasceu em 1970
Sandro Parrini se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 5 partidos: PTB (2008), PV (2012), PDT (2016), DEM (2020), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 54 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Sandro Parrini declarou R$ 147,1 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 87,8 mil acima da inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2024.
- Sandro ParriniR$ 147,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 14,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Chevrolet/ônix plus 1.0 Ltz ano 2023/2023R$ 102 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- ConsórcioR$ 19,7 milConsórcio não contemplado
- Banco Bradesco Conta-correnteR$ 19,7 milConta corrente no país
- Banco Banestes Conta-correnteR$ 5.692Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Sandro Parrini declarou ao TSE R$ 128 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 43 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Vitória (ES) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 6.56260,1%
- Outros candidatosR$ 3.36230,8%
- Próprio bolsoR$ 9979,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.18728,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.18728,9%
- TransporteR$ 1.64121,7%
- PessoalR$ 1.54420,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Vitória (ES), 2024
Mediana da disputa: R$ 99,5 por voto. Quem venceu, Karla Coser, gastou R$ 23,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 741; o mais barato, R$ 23,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tânia Tagarro PSOLR$ 123 mil · 166 votosR$ 741
- Priscila Moura PODER$ 164 mil · 666 votosR$ 246
- Maxi Guedes PSBR$ 115 mil · 536 votosR$ 215
- Capitã Estéfane PODER$ 172 mil · 1.292 votosR$ 133
- Tuanne Almeida PSOLR$ 165 mil · 1.304 votosR$ 127
- Crislayne Zeferina REDER$ 98 mil · 966 votosR$ 102
- Ernani MDBR$ 148 mil · 1.492 votosR$ 99,5
- Ana Paula Rocha PSOLR$ 211 mil · 2.670 votosR$ 79,2
- Andre Moreira PSOLR$ 161 mil · 2.628 votosR$ 61,2
- Rafael Ottaiano PLR$ 104 mil · 2.345 votosR$ 44,5
- Aylton Dadalto REPUBLICANOSR$ 138 mil · 5.218 votosR$ 26,4
- Karla Coser PTR$ 171 mil · 7.256 votosR$ 23,5
Votos por real
- 2024, vereador: 114 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 117 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.