Apuração
Prefeito · 2024 · PODE

Coronel Sandro

Sandro Barbosa da Silva · nasceu em 1976

Coronel Sandro se candidatou em 3 eleições, de 2018 a 2024, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,54← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2018PHS2022PATRIOTA2024PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PHS (2018), PATRIOTA (2022), PODE (2024).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoPartidoPHSPATRIOTAPODE2018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 48 anos, superior completo, policial militar, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PODE 20· direita
    não eleito
  2. 2022
    Deputado estadual · Mato Grosso
    PATRIOTA 51777· direita
    não eleito10.192 votos; 50º mais votado de 275 no estado
  3. 2018
    Deputado federal · Mato Grosso
    PHS 3190· centro-direita
    não eleito8.929 votos; 33º mais votado de 110 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Coronel Sandro teve 10.192 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 50º lugar entre 275 candidatos.

Recebeu votos em 77 cidades. Pontes e Lacerda deu 53,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,0%.

10.192 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 10.192 votos.
  1. Pontes e Lacerda (MT)5.414 votos53,1%
  2. Nova Lacerda (MT)712 votos7%
  3. Rondonópolis (MT)553 votos5,4%
  4. Jauru (MT)437 votos4,3%
  5. Vila Bela da Santíssima Trindade (MT)330 votos3,2%
  6. Outras 62 cidades709 votos7%
As outras 1 eleições para deputado
8.929 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 8.929 votos.
  1. Rondonópolis (MT)6.027 votos67,5%
  2. São José do Povo (MT)795 votos8,9%
  3. Cuiabá (MT)539 votos6%
  4. Pedra Preta (MT)257 votos2,9%
  5. Poxoréu (MT)166 votos1,9%
  6. Outras 64 cidades383 votos4,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Coronel Sandro declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2018 e 2024, o total subiu R$ 606,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,9 mi
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.686.000 na declaração)

Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso em 2024.

  • Coronel SandroR$ 1,9 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 1,1 mi
  • Mediana dos eleitosR$ 1,7 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,9 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. Apartamento em cuiabaR$ 916,9 mil
    Apartamento
  2. Apartamento no municipio de rondonopolisR$ 447,4 mil
    Apartamento
  3. Imovel residencial em rondonopolisR$ 331,4 mil
    Prédio residencial
  4. Automovel corolla cross 2022/2023R$ 166,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Coronel Sandro declarou ao TSE R$ 531 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 291 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Prefeito · Pontes e Lacerda (MT) · PODE · não eleito

De onde veio

R$ 290,5 mil
100% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 290,5 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Podemos - Mato Grosso - Mt - EstadualR$ 289,8 mil99,8%
  2. PessoasR$ 3830,1%
  3. Próprio bolsoR$ 3280,1%

Para onde foi

R$ 290,4 mil
O maior gasto foi com serviços: 92% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 290,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de 33.035.884 Matheus Soares De OliveiraR$ 21,9 mil7,5%
  2. InternetR$ 1.8050,6%
  3. EscritórioR$ 70< 0,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Pontes e Lacerda (MT), 2024

Mediana da disputa: R$ 29,2 por voto. Quem venceu, Jakson Bassi, gastou R$ 12,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 89,6; o mais barato, R$ 12,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado estadual: 64 votos por R$ 1.000, 4 vezes a mediana da disputa.
  • 2018, deputado federal: 114 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.