Apuração
Deputado estadual · 2014 · PSDB

Sandro Amaral

Sandro Adriano do Amaral · nasceu em 1979

Sandro Amaral disputou uma eleição, em 2014, para deputado estadual (Espírito Santo), pelo PSDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,31← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPSDB2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 35 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Espírito Santo
    PSDB 45666· centro-direita
    suplente629 votos; 244º mais votado de 472 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Sandro Amaral teve 629 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 244º lugar entre 472 candidatos.

Recebeu votos em 27 cidades. Muniz Freire deu 38,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,8%.

629 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 629 votos.
  1. Muniz Freire (ES)239 votos38%
  2. Ibatiba (ES)222 votos35,3%
  3. Iúna (ES)48 votos7,6%
  4. Irupi (ES)33 votos5,2%
  5. Guaçuí (ES)23 votos3,7%
  6. Outras 12 cidades14 votos2,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Sandro Amaral declarou R$ 9.696 em bens, em reais de hoje.

R$ 9.696
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 5.000 na declaração)

Declarou 13% da mediana dos candidatos a deputado estadual no Espírito Santo em 2014.

  • Sandro AmaralR$ 9.696
  • Mediana dos candidatosR$ 72,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 540,5 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 9.696. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Sandro Amaral declarou ao TSE R$ 7,7 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado estadual · Espírito Santo · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 7.677
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.677.
  1. PartidoTudo de Eleicao 2014 Comite Financeiro Es Unico PmdbR$ 5.76075%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2014 Welington Coimbra Deputado FederalR$ 1.91625%

Para onde foi

R$ 7.677
O maior gasto foi com serviços: 75% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.677.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 5.76075%
  2. Material impressoTudo de Eleicao 2014 Welington Coimbra Deputado FederalR$ 1.91625%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Espírito Santo, 2014

Mediana da disputa: R$ 46,7 por voto. Quem venceu, Ferraço, gastou R$ 11,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 143; o mais barato, R$ 11,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 82 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.