Sandro Andrade
nasceu em 1971
Sandro Andrade se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020 e 2024.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 52 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sandro Andrade declarou R$ 23,3 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 27% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.
- Sandro AndradeR$ 23,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Sandro Andrade declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 12 mil, 59% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Biguaçu (SC) · MDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Biguaçu (SC), 2024
Mediana da disputa: R$ 53,1 por voto. Quem venceu, André Clementino, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.151; o mais barato, R$ 16,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eliane Maria Lourenço PLR$ 55 mil · 48 votosR$ 1.151
- Marisa Oliveira PSDBR$ 22 mil · 58 votosR$ 377
- Cantor Alysson Ertal MDBR$ 26 mil · 92 votosR$ 280
- Cleonice Lessa REPUBLICANOSR$ 50 mil · 211 votosR$ 238
- Elson PLR$ 55 mil · 355 votosR$ 154
- Bia Borba PLR$ 80 mil · 988 votosR$ 81,3
- Dori PSDBR$ 22 mil · 411 votosR$ 53,1
- João Luiz PODER$ 47 mil · 929 votosR$ 51
- Laudemir Chimia CIDADANIAR$ 40 mil · 975 votosR$ 41,5
- André Leal PODER$ 30 mil · 1.122 votosR$ 27,1
- Luan Pereira MDBR$ 34 mil · 1.853 votosR$ 18,4
- André Clementino MDBR$ 26 mil · 1.588 votosR$ 16,6
Votos por real
- 2020, vereador: 189 votos por R$ 1.000, 8,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 348 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.