Apuração
Vereadora · 2024 · PL

Sandra da Caçamba

Sandra Helena Costa Oliveira · nasceu em 1965

Sandra da Caçamba se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PDT2016PDT2020PSL2024PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PDT (2012–2016), PSL (2020), PL (2024).

VereadoraPartidoPDTPSLPL2012201420162018202020222024
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 59 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereadora · Tremembé (SP)
    PL 22122· direita
    suplente
  2. 2020
    Vereadora · Tremembé (SP)
    PSL 17456· direita
    suplente367 votos
  3. 2016
    Vereadora · Tremembé (SP)
    PDT 12000· centro-esquerda
    suplente305 votos
  4. 2012
    Vereadora · Tremembé (SP)
    PDT 12040· centro-esquerda· na urna, Sandra
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Sandra da Caçamba declarou ao TSE R$ 52 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 20 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereadora · Tremembé (SP) · PL · suplente

De onde veio

R$ 3.281
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 3.281
O maior gasto foi com pessoal: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereadora, Tremembé (SP), 2024

Mediana da disputa: R$ 43 por voto. Quem venceu, Paulinho Kodak, gastou R$ 9,76 por voto. O voto mais caro custou R$ 149; o mais barato, R$ 9,76.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Jair Rosa PTR$ 22 mil · 148 votosR$ 149
  • Rose Leão PLR$ 11 mil · 115 votosR$ 97,7
  • Deise Do Coletivo De Mulheres PTR$ 23 mil · 311 votosR$ 74,4
  • Lygia Frazão PODER$ 11 mil · 185 votosR$ 59,1
  • Sandrinho Policial PODER$ 11 mil · 233 votosR$ 46,9
  • Maiquinho REPUBLICANOSR$ 16 mil · 363 votosR$ 45,2
  • Dina Souza MDBR$ 13 mil · 307 votosR$ 43
  • Paulo Couto Do Cafe PLR$ 14 mil · 338 votosR$ 42,1
  • Silvinho REPUBLICANOSR$ 16 mil · 592 votosR$ 27,7
  • Benê Barbudo PSDR$ 12 mil · 493 votosR$ 24,8
  • Ricardo Toledo PLR$ 16 mil · 960 votosR$ 17,1
  • Paulinho Kodak REPUBLICANOSR$ 18 mil · 1.805 votosR$ 9,76

Votos por real

  • 2024, vereadora: 70 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2020, vereadora: 158 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereadora: 19 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
  • 2012, vereadora: 9,7 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.