Samuel da Ambulância
Samuel Martins Junior · nasceu em 1980
Samuel da Ambulância disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Salto Grande (SP)), pelo PSC: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 28 anos, até o fundamental, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Samuel da Ambulância declarou R$ 16,2 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 33% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Samuel da AmbulânciaR$ 16,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Samuel da Ambulância declarou ao TSE R$ 790 em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Salto Grande (SP) · PSC · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 42353,6%
- PartidoR$ 36746,4%
Para onde foi
- OutrosR$ 36746,4%
- TransporteR$ 22828,8%
- EscritórioR$ 19524,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Salto Grande (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 36,6 por voto. Quem venceu, Leandro, gastou R$ 16,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 199; o mais barato, R$ 16,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Andre Triana MDBR$ 4,4 mil · 22 votosR$ 199
- Regina Da Academia MDBR$ 2,3 mil · 14 votosR$ 161
- Dr. Luciano PTR$ 17 mil · 251 votosR$ 68,3
- Elso DEMR$ 15 mil · 277 votosR$ 54,4
- Dado PLR$ 1,9 mil · 48 votosR$ 39,2
- Ismael Firmino MDBR$ 1,7 mil · 45 votosR$ 38,8
- Clodo Antonangelo PSDBR$ 3 mil · 81 votosR$ 36,6
- Andrino CIDADANIAR$ 5,2 mil · 179 votosR$ 28,9
- Guilherme Seabra PSDBR$ 1,9 mil · 73 votosR$ 25,9
- Piscuila PSBR$ 3,9 mil · 206 votosR$ 19
- Ademarzinho REPUBLICANOSR$ 2,7 mil · 151 votosR$ 17,8
- Leandro REPUBLICANOSR$ 2,8 mil · 170 votosR$ 16,2
Votos por real
- 2008, vereador: 108 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.