Samuel da Cunha
Samuel da Cunha Menezes · nasceu em 1968
Samuel da Cunha se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 4 partidos: PSL (2004), PSC (2008–2016), DEM (2020), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Propriá (SE)UNIÃO 11· direitaNa chapa de Luciano de Menininhachapa eleita9.235 votos da chapa, 55,7%
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Samuel da Cunha declarou R$ 239,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 130,3 mil acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Samuel da Cunha declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 4,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Propriá (SE) · DEM · eleito
De onde veio
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 3.53471,4%
- Próprio bolsoR$ 1.41528,6%
Para onde foi
- EscritórioR$ 952,3%
- PessoalR$ 421%
Quanto custou cada voto: vereador, Propriá (SE), 2020
Mediana da disputa: R$ 28,7 por voto. Quem venceu, Nêgo De Marli, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 778; o mais barato, R$ 12,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mestre Mazinho AVANTER$ 7 mil · 9 votosR$ 778
- Rose Da Saúde PVR$ 8,5 mil · 55 votosR$ 155
- Maria Jose Irmã De Elisabete PVR$ 6,1 mil · 69 votosR$ 88,2
- Dr Paulo Cesar AVANTER$ 16 mil · 214 votosR$ 74,7
- Zé Américo REPUBLICANOSR$ 8,2 mil · 154 votosR$ 53,5
- Crispim De Pita PLR$ 7,3 mil · 144 votosR$ 50,5
- Junior De São Miguel PLR$ 7,4 mil · 256 votosR$ 28,7
- Heldes PSDR$ 6 mil · 282 votosR$ 21,1
- Mattheus PLR$ 9 mil · 436 votosR$ 20,7
- Aelson Publicidade PSDR$ 8,7 mil · 426 votosR$ 20,5
- João Paulo De Renatinho PSDR$ 9,2 mil · 514 votosR$ 17,8
- Nêgo De Marli MDBR$ 6 mil · 477 votosR$ 12,5
Votos por real
- 2020, vereador: 111 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 134 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 204 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 209 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.