Samuca
Samuel Marques Conceição · nasceu em 1956
Samuca se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PV (2004), SOLIDARIEDADE (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, até o fundamental, serralheiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Samuca declarou R$ 219,3 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Samuca declarou ao TSE R$ 1,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Mendes (RJ) · SOLIDARIEDADE · não eleito
De onde veio
- Outros candidatosR$ 34581%
- PessoasR$ 8119%
Para onde foi
- Material impressoR$ 34581%
- ServiçosR$ 8119%
Quanto custou cada voto: vereador, Mendes (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 50,5 por voto. Quem venceu, Jorge Henrique, gastou R$ 18,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 95,2; o mais barato, R$ 18,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Celso Meio Ambiente PDTR$ 9,7 mil · 102 votosR$ 95,2
- Prof. Isaias Leão PSBR$ 7,7 mil · 87 votosR$ 88,2
- Coronel Ward MDBR$ 17 mil · 216 votosR$ 78
- Adilson Neves PPR$ 8,2 mil · 114 votosR$ 72,1
- Chico Tancredo MDBR$ 17 mil · 325 votosR$ 52,9
- Rubinho PSBR$ 9,2 mil · 182 votosR$ 50,5
- Toia PPR$ 8,4 mil · 166 votosR$ 50,5
- Andre Mazoni PHSR$ 12 mil · 275 votosR$ 43,3
- Adilson Da Diléia PATRIOTAR$ 8,3 mil · 295 votosR$ 28,3
- Enéas Nogueira PDTR$ 7,6 mil · 345 votosR$ 21,9
- Jorge Henrique MDBR$ 8,1 mil · 431 votosR$ 18,7
Votos por real
- 2016, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 193 votos por R$ 1.000, 8,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.