Salermo
Salermo Alves Braga · nasceu em 1961
Salermo se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 3. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2024: 63 anos, superior completo, comerciário, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Salermo declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 59 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 1,5 mi acima da inflação.
Declarou 59 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- SalermoR$ 1,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Imovel urbanoR$ 883,8 milOutros bens imóveis
- SitioR$ 441,9 milOutros bens imóveis rural
- Em poder do declaranteR$ 220,9 milDinheiro em espécie
- Fiat uno 2011R$ 22,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Salermo declarou ao TSE R$ 4,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Fervedouro (MG) · PP · eleito
De onde veio
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Abilio Peixoto Franchini PrefeitoR$ 39551,3%
- Fundo partidárioTudo de Comissao Provisoria Municipal Do Partido Progressista- Pp De FervedouroR$ 37648,7%
Para onde foi
- ServiçosTudo de Eleicao 2016 Abilio Peixoto Franchini PrefeitoR$ 39551,3%
- Material impressoTudo de Comissao Provisoria Municipal Do Partido Progressista- Pp De FervedouroR$ 37648,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Fervedouro (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 17,9 por voto. Quem venceu, Vagner, gastou R$ 3,14 por voto. O voto mais caro custou R$ 141; o mais barato, R$ 3,14.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elton Barbosa PTR$ 1,3 mil · 9 votosR$ 141
- Alefi Vidraceiro MDBR$ 1,7 mil · 20 votosR$ 83,1
- Tia Amélia PPR$ 900 · 26 votosR$ 34,6
- Nizinho PTR$ 1,7 mil · 56 votosR$ 29,6
- Ronaldo Ribeiro DEMR$ 913 · 39 votosR$ 23,4
- Alesandra Daloz SOLIDARIEDADER$ 4,8 mil · 232 votosR$ 20,7
- Serginho Ideia DEMR$ 2,2 mil · 124 votosR$ 17,9
- Tão Da Dalzira MDBR$ 1,3 mil · 133 votosR$ 10,1
- Jaime Demarque PSBR$ 1,3 mil · 180 votosR$ 6,98
- Suely Pedrossa PPR$ 1,6 mil · 248 votosR$ 6,44
- Romeu Sampaio PSDBR$ 1,1 mil · 221 votosR$ 4,95
- Vagner PPR$ 1,1 mil · 349 votosR$ 3,14
Votos por real
- 2016, vereador: 279 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 309 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 68 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.