Sá da Informática
Manoel Salvani Soares de Melo · nasceu em 1971
Sá da Informática disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Dianópolis (TO)), pelo REPUBLICANOS: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, superior completo, empresário, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sá da Informática declarou R$ 370,6 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2020.
- Sá da InformáticaR$ 370,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 33 mil
- Mediana dos eleitosR$ 94,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Sá da Informática declarou ao TSE R$ 4,8 mil em receitas, em reais de hoje.
2020 · Vereador · Dianópolis (TO) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.85759,5%
- PessoasR$ 1.41529,5%
- Outros candidatosR$ 53111%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.69859,4%
- TransporteR$ 1.13239,6%
- EscritórioR$ 270,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Dianópolis (TO), 2020
Mediana da disputa: R$ 50,1 por voto. Quem venceu, Julian Oliveira, gastou R$ 23,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 252; o mais barato, R$ 23,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luise Pavezzi PSLR$ 11 mil · 45 votosR$ 252
- Rosy Lopes PSLR$ 11 mil · 65 votosR$ 174
- O Alemão PODER$ 8,8 mil · 62 votosR$ 142
- Ronaldo Da Saúde PLR$ 5 mil · 38 votosR$ 130
- Professora Fabiana Pacheco PTR$ 5,7 mil · 44 votosR$ 129
- Celenita Gualberto PTR$ 8,2 mil · 110 votosR$ 74,2
- Domingos Cirqueira PTR$ 5,2 mil · 104 votosR$ 50,1
- Manin Do Zorra PLR$ 12 mil · 272 votosR$ 45,8
- Bilzan França REPUBLICANOSR$ 7,4 mil · 208 votosR$ 35,8
- Paulo Da Mega PODER$ 10 mil · 308 votosR$ 33,5
- Júnior Trindade PODER$ 9 mil · 322 votosR$ 28
- Julian Oliveira DEMR$ 5,6 mil · 237 votosR$ 23,6
Votos por real
- 2020, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.