Apuração
Prefeito · 2016 · MDB

Ruy Ferreira

Ruy Ferreira de Souza · nasceu em 1957

Ruy Ferreira se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,20← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.

Sempre pelo MDB.

PrefeitoPartidoMDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, até o fundamental, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Anhembi (SP)
    MDB 15· centro-direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2008
    Prefeito · Anhembi (SP)
    MDB 15· centro· na urna, Ruy
    eleito2.781 votos, 70,9%
  3. 2004
    Prefeito · Anhembi (SP)
    MDB 15· centro
    eleito1.722 votos, 52,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Ruy Ferreira declarou R$ 3 mi em bens, em reais de hoje: 7,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 1,7 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 3 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.845.683 na declaração)

Declarou 7,2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2016.

  • Ruy FerreiraR$ 3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 419,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 559,7 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 39 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Quotas de capitalR$ 843,2 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  2. LoteR$ 422,4 mil
    Terreno
  3. CasaR$ 211,2 mil
    Casa
  4. CréditoR$ 206,4 mil
    Outros fundos
  5. Veículo mitsubishiR$ 157,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. CasaR$ 133,9 mil
    Casa
  7. Imóvel ruralR$ 133,2 mil
    Terra nua
  8. LoteR$ 105,6 mil
    Terreno
  9. EmpréstimoR$ 99,1 mil
    Outros fundos
  10. LoteR$ 86,2 mil
    Terreno
  11. ApartamentoR$ 81,2 mil
    Apartamento
  12. Aplicação fundo de investimentoR$ 76 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  13. Crédito decorrente de empréstimoR$ 58,6 mil
    Crédito decorrente de empréstimo
  14. LoteR$ 48,7 mil
    Terreno
  15. LoteR$ 42,5 mil
    Terreno
  16. LoteR$ 40,6 mil
    Terreno
  17. LoteR$ 40,6 mil
    Terreno
  18. ImóvelR$ 32,5 mil
    Terreno
  19. CasaR$ 32,5 mil
    Casa
  20. ApartamentoR$ 24,4 mil
    Apartamento
  21. AplicaçãoR$ 16,2 mil
    Previdência VGBL
  22. Veículo fiat palioR$ 16,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  23. Pro-laboreR$ 15,3 mil
    Outros fundos
  24. Título de capitalizaçãoR$ 11,8 mil
    Outros fundos
  25. Crédito decorrente de empréstimoR$ 9.098
    Crédito decorrente de empréstimo
  26. CasaR$ 8.123
    Casa
  27. Quotas de capitalR$ 8.042
    Quotas ou quinhões de capital
  28. CasaR$ 6.775
    Casa
  29. ConsórcioR$ 6.499
    Consórcio não contemplado
  30. Pro-laboreR$ 5.571
    Outros fundos
  31. AplicaçãoR$ 5.095
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  32. Título de capitalizaçãoR$ 2.882
    Outros fundos
  33. Quotas de capitalR$ 2.437
    Quotas ou quinhões de capital
  34. PoupançaR$ 2.328
    Caderneta de poupança
  35. Pro-laboreR$ 2.169
    Outros fundos
  36. Título de capitalizaçãoR$ 1.433
    Outros fundos
  37. Conta correnteR$ 1.422
    Outros fundos
  38. Conta correnteR$ 362
    Outros fundos
  39. Caderneta de poupançaR$ 325
    Outros fundos

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Ruy Ferreira declarou ao TSE R$ 188 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 92 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Anhembi (SP) · MDB · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 76,5 mil
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 76,5 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 75,2 mil98,3%
  2. PessoasR$ 1.2951,7%

Para onde foi

R$ 76,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 76,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 3.3684,4%
  2. OutrosR$ 2.3253%
  3. PessoalR$ 7290,9%
  4. EscritórioR$ 960,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Anhembi (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 21 por voto. Quem venceu, Miguel Machado, gastou R$ 21 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 51 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 86 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.