Rudão
Rudimir Pereira dos Santos · nasceu em 1967
Rudão se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012Vereador · Alto Alegre (RS)PDT 12250· centro-esquerda· na urna, Rudimir Pereira dos Santoseleito80 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Rudão declarou R$ 65,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 55 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- RudãoR$ 65,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Automóvel ford fiesta sedan 1.6 ano 2010 placa IQO3808R$ 30,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta honda NXR150BROS esd ano 2013 placa IUK0446R$ 11,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automóvel gol 1000 ano 1994 placa IHZ1577R$ 9.481Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automóvel VW gol cl ano 1993 placa IFN1E32R$ 8.619Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta honda cg 150 job ano 2006 placa IMS7577R$ 5.890Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Rudão declarou ao TSE R$ 46 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 41 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Alto Alegre (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 39,5 mil95,2%
- PartidoR$ 1.6984,1%
- PessoasR$ 2830,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.06162,5%
- ServiçosR$ 33319,6%
- Material impressoR$ 27616,2%
- OutrosR$ 281,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Alto Alegre (RS), 2020
Rudão: R$ 25,7 por voto (mediana da disputa, R$ 23,9). Quem venceu, Joarez Biguá, gastou R$ 10,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 243; o mais barato, R$ 10,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rudão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ana Da Silva PDTR$ 1,7 mil · 7 votosR$ 243
- Guido Vizzoto PDTR$ 1,7 mil · 19 votosR$ 89,4
- Xula PDTR$ 1,7 mil · 38 votosR$ 44,7
- Lorete Broch PDTR$ 1,7 mil · 60 votosR$ 28,3
- Rudão PDTR$ 1,7 mil · 66 votosR$ 25,7
- Chico Demaman PDTR$ 1,7 mil · 71 votosR$ 23,9
- Nice Pereira PDTR$ 1,7 mil · 71 votosR$ 23,9
- Rudi PDTR$ 1,7 mil · 77 votosR$ 22,1
- Gilson Maier PDTR$ 1,7 mil · 110 votosR$ 15,4
- José Dressler PDTR$ 1,7 mil · 142 votosR$ 12
- Joarez Biguá PPR$ 1,2 mil · 120 votosR$ 10,3
Votos por real
- 2020, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.