Ruberto Brasil
Ruberto Pessoa Brasil · nasceu em 1988
Ruberto Brasil se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: MDB (2008), REDE (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 32 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ruberto Brasil declarou R$ 4.143 em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 21% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.
- Ruberto BrasilR$ 4.143
- Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ruberto Brasil declarou ao TSE R$ 4,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Mossoró (RN) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Mossoró (RN), 2020
Mediana da disputa: R$ 40 por voto. Quem venceu, Professor Francisco Carlos, gastou R$ 23,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.047; o mais barato, R$ 23,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Juliana Queiroz DEMR$ 58 mil · 19 votosR$ 3.047
- Nelsinho Filho PPR$ 65 mil · 400 votosR$ 161
- Plúvia PTR$ 98 mil · 1.453 votosR$ 67,7
- Gideon Ismaias CIDADANIAR$ 52 mil · 1.088 votosR$ 48
- Lucas Das Malhas MDBR$ 74 mil · 1.849 votosR$ 40
- Lawrence SOLIDARIEDADER$ 68 mil · 1.739 votosR$ 39
- Petras DEMR$ 52 mil · 1.424 votosR$ 36,8
- Carmem Julia De Izabel MDBR$ 83 mil · 3.112 votosR$ 26,8
- Professor Francisco Carlos PPR$ 53 mil · 2.297 votosR$ 23,1
Votos por real
- 2020, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.