Apuração
Vereador · 2020 · PV

Rubens Souza Tio Ibi

Rubens Humberto Ferreira de Souza · nasceu em 1963

Rubens Souza Tio Ibi se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPV+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012AGIR2016PV2020PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: AGIR (2012), PV (2016–2020).

VereadorPartidoAGIRPV20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PV 43020· centro
    suplente
  2. 2016
    PV 43020· centro· na urna, Rubens Souza-Tio Ibi
    suplente1.003 votos
  3. 2012
    AGIR 36020· direita· na urna, Rubens Souza
    não eleito1.028 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Rubens Souza Tio Ibi declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 17 mil, 1,4% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Pindamonhangaba (SP) · PV · suplente

De onde veio

R$ 17,2 mil
1,4% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,2 mil.
  1. PessoasR$ 17 mil98,6%
  2. Outros candidatosR$ 2421,4%

Para onde foi

R$ 688
O maior gasto foi com material impresso: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 688.
  1. Material impressoR$ 35451,4%
  2. TransporteR$ 33448,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Pindamonhangaba (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 88,1 por voto. Quem venceu, Regininha, gastou R$ 41,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.010; o mais barato, R$ 27.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Pastora Vania Perez MDBR$ 57 mil · 56 votosR$ 1.010
  • Jefferson Mota PSDBR$ 47 mil · 58 votosR$ 810
  • Silsa Martins PSDBR$ 115 mil · 187 votosR$ 614
  • Djalma Victorino AVANTER$ 47 mil · 88 votosR$ 536
  • Pastor Enoque Rocha MDBR$ 47 mil · 120 votosR$ 393
  • Rubão Rubens Proença DEMR$ 42 mil · 156 votosR$ 272
  • Dr Fernando Oliveira REPUBLICANOSR$ 57 mil · 647 votosR$ 88,1
  • Pastor Miguel Santos REPUBLICANOSR$ 39 mil · 687 votosR$ 56,2
  • Chicão César Fc PVR$ 41 mil · 869 votosR$ 47,2
  • Gislene Cardoso Gi PODER$ 47 mil · 1.006 votosR$ 46,9
  • Regininha PLR$ 56 mil · 1.366 votosR$ 41,4
  • Rodrigo Godoi PODER$ 26 mil · 976 votosR$ 27

Votos por real

  • 2020, vereador: 566 votos por R$ 1.000, 8,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 282 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 506 votos por R$ 1.000, 7,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.