Rosimar Pereira
Rosimar Alves Pereira · nasceu em 1973
Rosimar Pereira se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: MDB (2012–2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, ensino médio, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Planalto da Serra (MT)PSD 55· direitaNa chapa de Dênio Ribeirochapa não eleita1.061 votos da chapa, 49,1%
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Rosimar Pereira declarou R$ 515,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 349,9 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Rosimar Pereira declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Planalto da Serra (MT) · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.99269,8%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.29530,2%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Eliene Souza Goncalves - MeR$ 1.20528,1%
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 48611,3%
- EscritórioR$ 190,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Planalto da Serra (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 201 por voto. Quem venceu, Conceição, gastou R$ 82,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 620; o mais barato, R$ 82,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Gilberto Siqueira PPR$ 12 mil · 19 votosR$ 620
- Dedé PSDBR$ 17 mil · 32 votosR$ 519
- Jorcy Cardoso PSDBR$ 13 mil · 26 votosR$ 496
- Silinhas PSDBR$ 16 mil · 54 votosR$ 288
- Elisangela PSDBR$ 12 mil · 48 votosR$ 253
- Professora Lucilene PSDBR$ 12 mil · 59 votosR$ 201
- Zeniu Apolonio PSDBR$ 15 mil · 87 votosR$ 173
- Leonardo Contador PHSR$ 14 mil · 85 votosR$ 169
- Delma Alves PPR$ 13 mil · 109 votosR$ 124
- Natal De Assis PSDBR$ 14 mil · 150 votosR$ 95,6
- Conceição PSDBR$ 14 mil · 170 votosR$ 82,4
Votos por real
- 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 7,2 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.