Roseli da Assistência
Roseli do Carmo Martins Fernandes · nasceu em 1965
Roseli da Assistência se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleita em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, superior completo, assistente social, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Roseli da Assistência declarou R$ 324,9 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Roseli da AssistênciaR$ 324,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Roseli da Assistência declarou ao TSE R$ 1,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereadora: R$ 780.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Anhembi (SP) · PSD · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereadora, Anhembi (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 9,23 por voto. Quem venceu, Thiago Becca, gastou R$ 1,37 por voto. O voto mais caro custou R$ 19,5; o mais barato, R$ 1,37.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Eraldo Prado PVR$ 1,4 mil · 71 votosR$ 19,5
- Nene Cabeção CIDADANIAR$ 1,5 mil · 84 votosR$ 18
- Fernando Carneiro CIDADANIAR$ 1,2 mil · 79 votosR$ 15,8
- Rodrigo Pomba PSDR$ 2,4 mil · 190 votosR$ 12,4
- Bia Tobias CIDADANIAR$ 1,3 mil · 137 votosR$ 9,81
- Mauricio Da Ivone PVR$ 425 · 46 votosR$ 9,23
- Cole CIDADANIAR$ 566 · 95 votosR$ 5,96
- Felipe Abud PPR$ 1,4 mil · 326 votosR$ 4,34
- Silvinha Do Posto PPR$ 184 · 77 votosR$ 2,39
- Rodrigo Moura PVR$ 425 · 245 votosR$ 1,73
- Thiago Becca PPR$ 283 · 206 votosR$ 1,37
Votos por real
- 2016, vereadora: 110 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.