Apuração
Vereador · 2016 · PODE

Rosario

Rosalio Francisco de Amorim · nasceu em 1978

Rosario se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em todas.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PODE2016PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Sempre pelo PODE.

VereadorPartidoPODE201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Barbalha (CE)
    PODE 19123· direita
    eleito1.401 votos
  2. 2012
    Vereador · Barbalha (CE)
    PODE 19123· centro-direita
    eleito780 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Rosario declarou ao TSE R$ 6,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Barbalha (CE) · PODE · eleito

De onde veio

R$ 5.667
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.667.
  1. Próprio bolsoR$ 2.91551,4%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 2.75348,6%

Para onde foi

R$ 5.538
O maior gasto foi com transporte: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.538.
  1. Transporte1 pessoas, não nomeadasR$ 2.91552,6%
  2. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 1.26322,8%
  3. Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 71212,9%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 64811,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Barbalha (CE), 2016

Mediana da disputa: R$ 10,9 por voto. Quem venceu, Daniel, gastou R$ 8,13 por voto. O voto mais caro custou R$ 42,4; o mais barato, R$ 8,13.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Lugaz PSDR$ 9,7 mil · 228 votosR$ 42,4
  • Bosco Vidal PLR$ 22 mil · 1.048 votosR$ 21,2
  • Guilherme Gregório AVANTER$ 11 mil · 566 votosR$ 18,7
  • Aurino Prel PPR$ 9,8 mil · 588 votosR$ 16,7
  • Hélio PDTR$ 11 mil · 760 votosR$ 14,2
  • Wellton Vieira PSDBR$ 13 mil · 1.006 votosR$ 13,3
  • Dorivan PTR$ 13 mil · 1.217 votosR$ 10,9
  • Luis Antonio PC do BR$ 11 mil · 1.058 votosR$ 10,5
  • Professor Ilânio PDTR$ 11 mil · 1.142 votosR$ 9,86
  • Antonio Sampaio PDTR$ 11 mil · 1.189 votosR$ 9,01
  • Rildo Teles MDBR$ 12 mil · 1.370 votosR$ 8,65
  • Daniel PTR$ 9,7 mil · 1.188 votosR$ 8,13

Votos por real

  • 2016, vereador: 253 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 780 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.