Rosana Cristina Simão Amaral
nasceu em 1969
Rosana Cristina Simão Amaral disputou uma eleição, em 2008, para vereadora (São Tomás de Aquino (MG)), pelo PL: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 38 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Rosana Cristina Simão Amaral declarou R$ 310,1 mil em bens, em reais de hoje: 5,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 5,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Rosana Cristina Simão AmaralR$ 310,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Rosana Cristina Simão Amaral declarou ao TSE R$ 142 em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereadora · São Tomás de Aquino (MG) · PL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, São Tomás de Aquino (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 17,7 por voto. Quem venceu, Dalmon, gastou R$ 5,05 por voto. O voto mais caro custou R$ 33,7; o mais barato, R$ 5,05.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Celinho Do Gás PTR$ 1,8 mil · 52 votosR$ 33,7
- Dito Cachoeira PSDBR$ 1,8 mil · 62 votosR$ 28,2
- Cris PTR$ 1,8 mil · 73 votosR$ 24
- Cirão PTR$ 2,2 mil · 97 votosR$ 22,2
- Gil PSDBR$ 1,8 mil · 86 votosR$ 20,4
- Márcio Pereira PTR$ 2 mil · 98 votosR$ 20,1
- Ademir Dos Reis Campos PSDBR$ 2,8 mil · 156 votosR$ 17,7
- João Do Oripinho Do Táxi PSDBR$ 1,5 mil · 96 votosR$ 16
- Cassianinho PLR$ 2,2 mil · 159 votosR$ 13,9
- Luiz Galo PTR$ 1,8 mil · 158 votosR$ 11,1
- Libércio MOBILIZAR$ 2 mil · 248 votosR$ 8,03
- Dalmon MDBR$ 1,5 mil · 302 votosR$ 5,05
Votos por real
- 2008, vereadora: 169 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.